Sites sobre Educação

Centro de Referência em Educação Mario Covas – O portal CRE: é um serviço da secretaria de educação do Estado de São Paulo. O site disponibiliza diversos conteúdos importantes para educadores: notícias, eventos, recursos educacionais, informações sobre concursos e também links e materiais de referência.

Revista Pátio on-line – O site da revista Pátio disponibiliza indicação de links e livros de referência e alguns artigos e entrevistas publicados na revista.

Pronatec – Guia do Pronatec para estudantes de todo o Brasil

Escola da Ponte – Site oficial da Escola da Ponte de Portugal. Neste site há informações sobre a proposta pedagógica da escola, histórico, formas de avaliação, grupos de trabalho e algumas edições do jornal “Dia-a-dia” produzidos pelos alunos.

Cenpec – O Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, criada em 1987.
Sua finalidade é o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade da educação pública e à participação no aprimoramento da política social.

EdukBr – Portal Educacional totalmente gratuito com artigos, material pedagógico e conteúdo destinado a educadores e alunos.

 

Planos de Aulas e projetos

O plano de aula é uma previsão das atividades que serão realizadas em sala de aula, vinculado a um plano de ensino mais amplo. O plano de ensino é desenvolvido em etapas sequenciais, que estão em consonância com objetivos e objetos previstos.

O plano de aula serve principalmente para organizar as intenções do professor e como organizá-las, além de mostrar as opções deste profissional para exercer seu trabalho de ensinar, organizando uma alternativa para pensar simultaneamente o conteúdo planejado para ser trabalhado em sala de aula e os sujeitos (alunos) com quem interage.

Vantagens de fazer seu plano de aula

A elaboração de um plano de aula antes do início das atividades letivas traz as seguintes vantagens ao professor: organizar todo o conteúdo que será aplicado em sala, tornar as tarefas diárias mais fáceis de ser aplicadas e seguidas, aumento da produtividade (o professor é capaz de realizar um maior número de atividades, já que tem seu dia todo organizado), auxílio durante a preparação da aula (o professor não precisará pensar o que abordará em seu dia a dia escolar – tudo está contido no plano de aula) e maior clareza nos objetivos e tempo em sala de aula.

Como funciona

O plano de aula permite ao professor planejar todas as atividades que pretende executar em sala durante todo o período letivo, mas não deve ser visto como uma isenção para que o professor prepare as aulas que ministrará periodicamente. O plano de aula é apenas um instrumento de organização, para tornar o planejamento da rotina escolar mais completo e dinâmico.

Com o plano de aula, o professor sabe quais temas abordará durante o ano letivo e quais instrumentos utilizará para isso, mas a ferramenta poderá ser deixada de lado caso os alunos não respondam adequadamente às estratégias de ensino contidas ali.

Dicas para criar um bom plano de aula

Para tornar a tarefa de montar um plano de aula mais simples e menos desgastante, o professor pode seguir as seguintes dicas:

Defina um objetivo

Embora simples, a questão deve ser uma das primeiras a serem feitas pelo educador no momento da elaboração do plano de aula, que deve estar pronto para respondê-la em qualquer momento de seu trabalho diário.

Defina o objetivo do plano de aula para os estudantes

Ao elaborar o plano de aula, o professor deve se questionar quais seus objetivos com seus alunos em sala de aula. O que deseja alcançar ao colocar em prática com essas estratégias, o que espera que seus alunos sejam capazes de fazer, como espera prepará-los para os desafios do ano letivo.

Encaixar o plano de aula no objetivo geral do curso

Para elaborar um bom plano de aula, é importante que o professor saiba como este se encaixa aos objetivos gerais do curso em que está lecionando.

Avaliar o conhecimento dos alunos sobre esse tema e como fazer com o conteúdo seja interessante para eles

Antes de elaborar um plano de aula, o educador deve se questionar o que os alunos já sabem sobre o conteúdo que pretende ensinar em sala de aula, qual seu conhecimento sobre o assunto. É importante também buscar formas para que os alunos se interessem pelo assunto que será abordado.

Modelos de planos de aula

Um bom plano de aula deve conter os seguintes tópicos: escolha do tema, definição dos objetivos, definição do conteúdo trabalhado em aula, definição da duração da abordagem dos temas selecionados para o ano, escolha dos recursos utilizados para o trabalho em sala, escolha da metodologia abordada durante o ano letivo e avaliação do conteúdo escolhido e de como ele será trabalhado em classe.

Seguindo todos esses conselhos será possível montar um bom plano de aula e obter os melhores resultados.

Conheça alguns sites que disponibilizam planos de aula e/ou projetos para educadores.

Nova Escola: diversos planos de aula organizados por níveis: Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio.

Áreas: Alfabetização, Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Ciências Naturais, Arte, Língua Estrangeira, Educação Física. O site também disponibiliza os planos de aula publicados no Jornal da Tarde de domingo.

Portal do Professor – O portal possui diversas aulas elaboradas por educadores. Há destaque para o bom uso de recursos digitais e propostas de uso das TIC. Há um filtro para selecionar aulas organizadas por ciclos, áreas e temas: Ensino Fundamental Inicial, Ensino Fundamental Final, Ensino Médio e Ensino Profissional.

E-Aprender – O site disponibiliza planos de aulas organizados em disciplinas. Há também dicas para elaboração de planos

Yahoo Educação – Diversas atividades sugeridas utilizando as tecnologias de comunicação e informação

Sabesp – Esta área do site é dedicada a educadores e apresenta propostas para trabalhar assuntos relacionados a água e saneamento

NetEducação – O site disponibiliza planos e planejamento para diversas séries e disciplinas, inclusive educação especial.

Veja on-line – A maior parte do conteúdo é para assinantes, mas toda semana é possível acessar gratuitamente uma das aulas em destaque

Microsoft Educação – Diversos projetos que utilizam as TICs, todos organizados por ciclos. Veja também a seção Atividades para sala de aula com projetos temáticos e estruturados, utilizando os programas da Microsoft.

Baú de Projetos Edukbr – Diversos projetos interdisciplinares organizados também por disciplinas.

Site de dicas – Dicas de atividades para desenvolver com crianças

Planos de aula UOL – O site apresenta propostas organizadas por disciplinas, para Ensino Fundamental e Ensino Médio. Há também referências selecionadas sobre como trabalhar com Vídeos do PortaCurtas na Escola

Dicas Vivência Pedagógica – Seção do site com idéias de recursos e estratégias que podem ser utilizadas na escola.

Projetos – Também faz parte do site de dicas uma seção com idéias de projetos para desenvolver na escola.

Turbine sua aula – propostas publicadas no portal Educarede

Arte na Escola – O site apresenta riquíssimo material para o trabalho com Arte na Escola

Atividades para a sala de aula: Revista ao Mestre – Várias atividades artesanais para educadores.

Veja também WebQuests e WebGincanas: propostas interessantes para trabalhar com os recursos da Web.

Leia também:

Edição especial da revista Nova Escola sobre planejamento.

Se você tem sugestão de outros sites que disponibilizam projetos e planos de aula ou deseja publicar o seu plano de aula neste site, entre em contato.

Filmes na Escola

É inegável a necessidade de integrar diferentes linguagens nas aulas em todos os níveis de ensino. Nesse contexto, filmes são recursos que mais facilmente são incorporados à rotina escolar. No entanto, faz-se necessária a reflexão: que estamos fazendo com eles?

O cinema e a TV são dotados de linguagem própria e compreendê-los vai além da simples apreciação de imagens e sons, assim como ler é mais do que decodificar palavras.

Desse ponto de vista, não basta levar os alunos ao cinema como um passeio, ou apresentar um vídeo para substituir a fala do professor sobre um determinado assunto. É preciso propor a leitura reflexiva desses meios, em um determinado contexto, com sua linguagem peculiar, sua manifestação cultural, bem como possibilitar o espaço da criação usando essa linguagem, extrapolando o papel passivo da recepção da imagem e do som. Soma-se a isso a possibilidade de criar o diálogo entre as diferentes mídias, comparando-se características e informações obtidas em cada uma delas. É preciso educar para se viver a ( e na) Sociedade da Informação, com toda a sua gama de produção cultural.

Somente a prática reflexiva traz novas perspectivas aos processos educativos. Nós educadores precisamos constantemente buscar referenciais, discutir práticas, propor novas reflexões. Espaços de interação voltados aos educadores são caminhos importantes nessa busca reflexiva. Com essa intenção, vale destacar a iniciativa do site Porta Curtas. O site cataloga três mil títulos de curtas metragens brasileiros, contando com mais de 350 filmes disponíveis para apreciação, promovendo, assim, acesso e difusão da produção cultural nacional por meio da Internet

Considerando que o trabalho em sala de aula requer reflexão constante sobre a prática, reflexão essa que se amplia por meio da socialização de opiniões e da interação, criou-se, na página de cada filme, o espaço Curta na escola. Lá se encontra uma indicação de aplicabilidade pedagógica, apontando-se faixa etária, nível de ensino e disciplinas ou temas transversais; publicação de Pareceres de uso Pedagógico e comentários de educadores sobre os filmes, possibilitando um fórum permanente.

Propostas de trabalho como a apresentada pela educadora Grace Luciana Pereira**, para o filme Kinocopa, podem ser lidas, comentadas e ampliadas por outros educadores no site. Para comentar qualquer filme, receber informativos e participar dessa rede reflexiva sobre o uso dos filmes em sala de aula, basta que se faça um cadastro no site como professor

É importante que possamos cada vez mais explorar espaços de troca e reflexão para incorporarmos múltiplas linguagens em nossa prática… Que possamos abrir as portas de nossas salas de aula às mídias, com muita propriedade.

Conheça na próxima página uma sugestão de Grace Luciana para o trabalho com o vídeo Kinocopa, uma proposta bem interessante e atual para discussão sobre a copa do mundo. Veja também pareceres de outros educadores que estão contribuindo com o projeto curtas na escola.

A comoção toma contas dos brasileiros que se unem na esperança de vencer, momentaneamente esquecem-se dos índices de analfabetismo, fome, e desemprego do país. Eis a Copa do Mundo, uma alegria que a cada 4 anos toma conta da maioria dos brasileiros.

O curta utiliza os bastidores da Copa de 2002 para levantar uma série de questionamentos que nos fazem ter um outro olhar para a Copa do Mundo. O personagem começa entrevistando pessoas nas quais nem pensamos durante a euforia da Copa, moradores de abrigo e de rua, os excluídos sociais, para os quais ser penta, hexacampeão não faz muita diferença.

“O Futebol, ópio do povo” de acordo com o depoimento de um dos entrevistados. O que significa isso? O povo fica inebriado pela possibilidade de vencer e esquece de sua realidade por um tempo? E porque esse sentimento ufanista não aparece nas eleições?

Não há respostas únicas para estas questões, são respostas multifacetadas que apresentam uma série de dimensões, mas se não pensarmos sobre elas, talvez a relação entre futebol e política fiquem sempre desconexas para a maioria de nossos alunos.

Fonte: Resumo.com.br

Estudantes procuram por Ciência de dados em busca de melhores cargos

Assim como muitos profissionais ambiciosos no começo de suas carreiras, Maria Jimenez acreditava que acabaria precisando de um MBA se quisesse um cargo corporativo importante. Mas ela mudou de ideia depois de observar os colegas em seu primeiro emprego, no departamento de tecnologia da informação da Tecnoquimicas, uma empresa farmacêutica sediada em Bogotá, na Colômbia.

O departamento estava tomando decisões estratégicas para a empresa com base em dados coletados em resultados médicos. Em uma equipe de mais de 100 funcionários, Jimenez era a única com graduação em administração. “O que eles precisavam era de alguém com cabeça de negócios que também pudesse falar a linguagem dos engenheiros de softwares”, diz Jimenez. Assim, ela abandonou seus planos de fazer um MBA e em vez disso escolheu um curso de pós-graduação em ciência de dados.

Os cursos de especialização em ciência de dados estão em rápida expansão, graças ao entusiasmo com o potencial da análise de dados para os negócios e ao medo que profissionais sentem de ficar para trás. Nos Estados Unidos, onde as inscrições para o tradicional curso de MBA de dois anos vêm caindo há vários anos, os mestrados em análise de dados são um mercado em crescimento.

Setenta e quatro por cento dos cursos de big data nos Estados Unidos reportaram aumento na demanda no ano passado, em comparação a 32% dos programas de MBA de dois anos em tempo integral, segundo o Graduate Management Admission Council, organização que aplica o teste de admissão para escolas de negócios.

Uma em cada dez mulheres e 15% dos homens entrevistados no ano passado pela consultoria especializada em educação CarringtonCrisp para sua pesquisa global com futuros alunos de escolas de negócios disseram que os programas de big data e análise de dados para negócios eram suas principais opções de especialização.

Na pesquisa mais recente da CarringtonCrisp, entre os homens, o big data só perdeu em popularidade para finanças, subindo da 13ª posição no levantamento anterior. Para as mulheres, a mudança vem ocorrendo na mesma direção, mas de uma maneira menos significativa, com o curso passando do 13º posto para o 8º e ficando atrás de administração, contabilidade, recursos humanos e psicologia.

A demanda pelos cursos de big data é motivada por um crescimento das oportunidades de emprego lucrativas anunciadas para pessoas com essas qualificações, segundo Andrew Crisp, cofundador da CarringtonCrisp. “A empresa de treinamento General Assembly, que oferece capacitações nessa área, sempre destaca em seus e-mails a falta de cientistas de dados qualificados em Londres”, diz Crisp. “Suspeito que a demanda vem simplesmente de os estudantes verem empregadores tentando recrutar pessoas com essas habilidades.”

Dados de 2015 mostram que, nos Estados Unidos, a remuneração anual média de cientistas de dados e analistas da área foi de US$ 94.576, segundo um relatório da PwC e do Business-Higher Education Forum que incluiu 48.347 empregos do tipo anunciados. Mais de um terço dessas ofertas exigia mestrado.

Jimenez se mudou para a França para se qualificar na área. Ela agora está na metade do curso de análise de big data na Iéseg School of Management, da Universidade de Lille. “Eu não percebi o dinamismo do mercado de trabalho para analistas de dados até eu começar a me candidatar para esses cargos”, diz ela, observando que muitas companhias estão em busca de funcionários com as habilidades que ela tem.

A anuidade do curso e as despesas para viver na França estão sendo pagas em parte por um empréstimo estudantil do governo colombiano. Se ela voltar para o país natal até três anos após sua formatura, metade do valor emprestado será convertido em bolsa de estudos.

Jimenez acredita que permanecerá na França, mesmo que isso signifique precisar quitar toda a sua dívida com o governo colombiano. Isso porque os empregos anunciados na França pagam muito bem. “O curso é um grande investimento, mas posso ver que ele vai se pagar rapidamente”, afirma ela.

A poucos quilômetros da Iéseg, no campus da HEC Paris, a primeira turma que busca o diploma duplo de mestre em ciência de dados aplicado aos negócios, junto com a Ecole Polytechnique, ainda não se formou. Mas as escolas já receberam mais de mil candidatos para a segunda turma, de 60 alunos. “Para um programa novo, esses números são realmente promissores”, diz Julien Manteau, diretor de estratégia e desenvolvimento global para programas de mestrado da HEC.

A Stern Business School, da Universidade de Nova York, tem um limite rígido de 70 alunos para a turma do mestrado em ciência de análises de dados de negócios. Roy Lee, diretor do programa, diz que se a turma fosse maior, os alunos que vêm da área de tecnologia se sentiriam menos confortáveis para compartilhar seu ponto de vista com os colegas de mentalidade mais voltada para os negócios.

Para ele, essa troca é crucial para o rompimento de barreiras entre as duas áreas. “A ideia é ter os dois lados para que eles compartilhem diferentes perspectivas”, afirma Lee. “Os alunos estão aprendendo uns com os outros sobre onde e como aplicar suas habilidades.”

Sarah Laouiti é aluna em período integral do mestrado em análise de negócios da Imperial College Business School, de Londres. Ela estudou gestão internacional durante a graduação, na Warwick Business School, mas não tinha certeza se sua qualificação seria suficiente para o mercado de trabalho. Ela acredita que até mesmo empregos em consultorias, que sempre pagaram muito bem, hoje estão sendo automatizados.

“Definitivamente me sinto melhor preparada para o mundo do trabalho com uma especialização em big data no meu currículo”, diz Laouiti. “Não sei quais empregos vão sobreviver no futuro, mas tenho certeza que serão aqueles que envolvem o uso de dados.”

Potenciais alunos precisam apresentar níveis parecidos de realizações acadêmicas independentemente de estarem se inscrevendo para mestrados na área de análise de dados ou para os tradicionais programas de MBA. Os caminhos se diferem nas especificidades da grade curricular do cursos.

Os estudantes de ciência de dados fazem disciplinas que ampliam suas habilidades quantitativas, como análise avançada de planilhas e aulas sobre os conceitos por trás de bancos de dados relacionais. Com frequência, essas matérias também incluem lições sobre como analisar o conteúdo das redes sociais e técnicas que as empresas usam para atribuir pontuações de crédito para clientes.

Os alunos dos programas de MBA podem abordar essas questões, mas o foco será na formação de habilidades de liderança e no entendimento dos negócios, geralmente fazendo uso de materiais de estudo de casos. (Tradução de Mario Zamarian)

Programa adapta textos para quem tem dificuldades de compreensão

Pesquisa feita pelo Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) revelou que apenas um em cada quatro brasileiros domina plenamente as habilidades de leitura, escrita e matemática.

Com o objetivo de ajudar quem tem dificuldades na compreensão de textos e incentivar aqueles que querem aprender a ler, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) São Carlos desenvolveram o programa de computador Simplifica, que trabalha com adaptação textual.

Segundo a pesquisadora Sandra Aluísio, coordenadora do projeto PorSimples – Simplificando o Português, o programa “tem três grandes formas de adaptar um texto: simplificar a parte sintática, cortando sentenças longas em menores, trocando palavras difíceis por mais comuns; sumarizar, tornar o texto mais curto pegando a parte principal dele; e dar uma definição curta para um conceito mais complexo”. O Simplifica também pode ser útil para quem tem distúrbios graves de compreensão de textos.

O sistema trabalha com dois tipos de simplificação: a simplificação sintática (dividindo orações longas ou alterando a estrutura sintática da oração) e a simplificação léxica (destacando palavras complexas ou pouco comuns e oferecendo sinônimos). Criada no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), a invenção levou dois anos para ficar pronta.

Clique aqui para acessar o Simplifica.

Fonte: Portal Aprendiz

contato@vivenciapedagogica.com.br

Produção de jogos e animações com Scratch do MIT

O Scratch é  uma linguagem de programação que possibiita crianças e adultos criarem jogos, simulações e animações. O programa foi desenvolvido pela equipe do MIT e a cada  versão apresenta novidades.

No final do ano passado tive a oportunidade de participar de uma oficina oferecida pelo Michel  Resnik (do MIT) no STIC da Microsoft e lá  pude explorar e conhecer um maravilhoso e gratuito programa que poderemos usar com os alunos: o Scratch.

O bacana desse programa de autoria, é que que  todos os projetos produzidos podem ser compartilhados no portal e também podem ser baixados para que possamos reeditar ou compreender como foram construídos.

A cada nova versão há novidades. Estão previstas versões que funcionem no Second Life e até mesmo em aparelhos móveis. A última versão disponivel no site roda tanto em Windows como Linux.

Por enquanto apesar do portal ter vários idiomas, ainda não há uma versão em Português. Porém o Tito, compartilhou na lista Blogs educativos a dica de portais do Scratch em Português: o Sapo Kids:http://kids.sapo.pt/scratch/.

Para fazer o download do Scratch em Portugúês, é só acessar no Sapo Kids o link para baixar o programa.

A seguir um vídeo sobre o programa, que mostra algumas possibilidades do Scratch, mesmo em inglês ajuda a entender um pouco sobre o que é possível desenvolver  Há outros neste link.