Contos da escola
Por que o fim da exigência do diploma de jornalismo não muda nada
Tropecei hoje no melhor texto sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, criado por pela jornalista Ana Freitas, que escreve o blog Olhômetro.
(…) você acha que por causa da queda da obrigatoriedade do diploma alguma empresa vai mudar os critérios de contratação? De maneira alguma. Vão continuar exigindo os mesmos conhecimentos gerais (talvez até mais!), as mesmas habilidades em texto, as mesmas capacidades multimídia.(…)
A Folha de S. Paulo nunca exigiu formação jornalística pra contratar repórteres. É o maior jornal do país. E quem você considera mais qualificado para falar sobre economia – um economista que domine as técnicas jornalísticas ou um jornalista que entende um pouco de economia?
Pois é. A Folha prefere o primeiro cara. E eu acho justo. (…)
Leia o texto na íntegra porque vale a pena pensar os pontos levantados para todas as profissões.
Operadoras de celular apostam no tema educação
As operadoras de telefonia móvel estão investindo na área da educação, colocando bases de conhecimento e comunidades na internet. Duas iniciativas me chamaram atenção nesses últimos tempos:
A primeira que vi foi a Rede Vivo Educação. Trata-se de uma comunidade virtual que promove o debate entre interessados em uso de tecnologias móveis na educação. Além disso, a Rede Vivo levanta debates, já chamou pesquisadores da área de educação e tecnologia para palestrar em sua sede na cidade de São Paulo.
A operadora também passa pelo assunto em seu blog institucional o Vivo Blog, levantando também assuntos como celular, games e educação, como a entrevista com a professora Amyris Fernandez.
Outra iniciativa é o site do Instituto Claro que mantem uma área com diversos estudos acadêmicos que discutem cultura digital e educação. Os pesquisadores podem encaminhar sua produção para ser publicada no acervo.
O site também tem área de artigos e reportagens que sobre tecnologia e educação, com reportagens que valem a pena conferir, como o texto “Celulares, uma nova fronteira para a aprendizagem“.


